Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 22.09.2022 07:50h
Política nas redes sociais

Presidenciáveis gastam mais de R$ 7 milhões com impulsionamento de conteúdo nas redes sociais

 

Os candidatos à Presidência da República gastaram até o momento mais de R$ 7 milhões com impulsionamento de conteúdo político em plataformas de busca e redes sociais, como Facebook e Google, de acordo com as prestações de contas parciais entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última semana. Impulsionamento é uma espécie de anúncio, uma maneira de fazer determinado conteúdo aparecer mais nessas plataformas. (Foto ilustração)

Segundo os dados registrados no TSE, a senadora Simone Tebet (MDB) é a que mais gastou até o momento com impulsionamento – R$ 2,7 milhões. Na sequência, vêm o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com R$ 2,3 milhões, e Ciro Gomes (PDT), com R$ 1,2 milhão.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), com R$ 538 mil investidos em impulsionamento, e a senadora Soraya Thronicke (União Brasil), com R$ 510 mil, vêm a seguir Felipe d’Ávila (Novo) gastou R$ 41 mil com impulsionamento de conteúdo, Vera Lúcia (PSTU), R$ 20 mil, e Constituinte Eymael (Democracia Cristã), R$ 3 mil.

Os candidatos Leonardo Péricles (Unidade Popular), padre Kelmon (PTB) e Sofia Manzano (PCB) informaram que, até o momento, não gastaram nenhum valor para impulsionamento de conteúdo nas redes sociais.

Para o professor de marketing político do Instituto Brasiliense de Direito Político (IDP) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcelo Vitorino, nas candidaturas majoritárias, que é o caso da Presidência da República, o gasto com rede social deve ficar entre 5% e 10% do teto da eleição. Além disso, as campanhas precisam entender a forma e a reação dos usuários em cada plataforma.

"É difícil fazer uma análise de forma geral, porque cada candidato tem uma condição diferente. Por exemplo, um candidato que tem menos tempo de televisão, a necessidade de se investir na internet é maior para fazer uma certa compensação. Mas no sentido de divulgar ações, os candidatos têm, sim, gastado pouco", afirma Vitorino.

O professor ressalta que "o eleitor não está da mesma forma em todas as plataformas". "Então acaba que tem que investir como se tivesse quatro tipos de comunicação: uma pessoa que pesquisa no Google, outra que viu vídeo de música no Youtube, outra para quem está no Instagram, sendo de alto poder aquisitivo, e outra no Facebook, rede de baixo poder aquisitivo", completa. (Sarah Teófilo e Plínio Aguiar)

 
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