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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 27.09.2022 07:31h
Setor dos Combustíveis

Brasil tem gasolina mais barata que Estados Unidos, Japão e Alemanha

 

O preço médio do litro da gasolina no Brasil (US$ 0,96 ou R$ 5,18) é comparativamente mais baixo que o dos Estados Unidos (US$ 1,03 ou R$ 5,60 ), da Alemanha (US$ 1,90 ou R$ 10,30) e do Japão (US$ 1,15 ou R$ 6,22), por exemplo. (Foto ilustração)

Os dados são da pesquisa do Global Petrol Prices, realizada em 19 de setembro de 2022, sem o último levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis). No ranking geral, o valor do combustível brasileiro é o 31ª mais baixo do mundo em dólar.

O comparativo é feito com base no preço em dólar da gasolina nos postos e não leva em consideração a comparação entre os salários mínimos de cada país.

Já de acordo com o último levantamento da ANP, desde a aprovação de cortes de impostos sobre o combustível, na semana de 19 a 25 de junho, quando o litro do combustível atingiu o valor recorde de R$ 7,39, o preço já caiu 33,9%, tendo ficado R$ 2,51 mais baixo.

Além disso, o preço médio da gasolina caiu pela 13ª semana seguida nos postos de combustíveis do país. O litro passou de R$ 4,97 para R$ 4,88, queda de 1,8%, de acordo com o levantamento da ANP realizado na semana de 18 a 24 de setembro e divulgado na última sexta-feira (23). O valor é o menor desde 7 de fevereiro de 2021.

Carla Beni, economista e professora de MBAs da FGV, explica que o preço da gasolina vem de uma base única, o dólar. "Dentro de cada país, adiciona-se os impostos, subsídios e como cada um deles lida com exploração, refino e distribuição”, afirma Carla.

No geral, a tendência é que os países mais ricos tenham a gasolina mais cara, explica a professora, que cita a exceção, os Estados Unidos.

A economista diz que, para a comparação ser mais real e completa, é necessário analisar o salário médio ou mínimo de cada país. "As pessoas recebem em real, gastam em real e o preço é em dólar”, explica.

O ponto central é compreender o peso da gasolina no bolso do cidadão no dia a dia, e isso só é possível comparando com o salário médio ou mínimo de cada país.

Nos Estados Unidos, o salário mínimo é medido por hora, e não por mês, como no Brasil. Se o trabalhador fizer 40 horas semanais, ele recebe US$ 1,276 (R$ 6.864,88).

Na Alemanha, o novo salário mínimo foi reajustado e passa a valer a partir de 1º de outubro de 2022, e terá como base 12 euros por hora, o que, para um trabalhador que faz 40 horas semanais, chega em 1.920 euros (R$ 9.926,40).

Já no Japão, o mínimo que se paga mensalmente a um trabalhador são 149.248 ienes (R$ 5.393,82).

No Brasil, o salário mínimo é R$ 1.212,00. Então, ainda que o preço bruto do litro de gasolina seja mais baixo em solo brasileiro (31º mais baixo do mundo), o impacto real no bolso do cidadão é maior do que nos Estados Unidos, na Alemanha e no Japão.

No final de junho, o governo federal aprovou a redução do ICMS nos estados de 25% para 17% na alíquota máxima, o que causou uma drástica diminuição do preço dos combustíveis nos postos.

Carla explica que “a União vai precisar fazer a compensação da perda de arrecadação para os estados” e que, apesar de ter baixado os preços, a medida é de curto prazo e pode gerar um problema de ordem fiscal no ano que vem.

Ela conclui dizendo que o cenário internacional, por causa da guerra entre a Rússia e Ucrânia, é incerto e imprevisível, mas as condições internas apontam para um aumento de preços a partir de janeiro de 2023. (Vinicius Primazz)  

 
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